quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Entrevista com o Batera Gustavo Oliveira



    1)      Quando você começou tocar bateria, quais foram suas maiores influências?
Cara, comecei a tocar com 3 anos, portanto minhas influências foram várias... porém a maior delas foi o João Barone baterista dos Paralamas do Sucesso, quando eu ainda nem tinha noção de leitura ritmica, de ritmos em si, e nem andava direito ainda (rs), lembro que eu assistia uma fita VHS dele intitulada “João Barone – Dá o toque”, onde ele ensinava várias levadas nessa onda do Reggae, do Reggae Rock e etc, foi o primeiro contato com um baterista profissional que eu tive na vida, e de lá pra cá eu procuro ter influências na maioria das pegadas. Quando comecei estudar de verdade, minha influência tanto em técnica, quanto em leitura, em tudo, foi e é até hoje Valmir Pêgas, foi com ele que esse “mundo louco”  de bateria começou a ficar mais claro pra mim, hoje os caras que eu mais acompanho é o Marcus Thomas,  Eric Moore, Aaron Spears, Tony Royster Jr, que são dessa onda do Black, Funk, e muitos outros nos mais variados ritmos e pegadas.

2)      Fale um pouco do seu kit atual.
Gosto de variar bastante meu set, testar formas novas de montagem, mudar as posições, quantidade de tons etc, porém o meu set base é uma RMV CrossRoad com Rack, tom 12x8” e surdo 14x12” e bumbo 18x16”, caixa RMV Bapeva 14x5”, Hi Hat Zildjian Avedis 14”, Thin Crash 17” Zildjian Avedis, Medium Crash 16” Krest série Fusion, e Medium Hide Zildjian Avedis 20”, pedal duplo Prime P-8002 e no momento uso baquetas modelo 5A Vic Firth.

3)      Fale um poucos sobre seus trabalhos atuais.

Atualmente acompanhos alguns ministérios de louvor, dentre eles a banda Versículo 21 e  Ministério Kairós, durante a semana dou aulas em local próprio, tenho alguns projetos instrumentais que estão sendo construídos junto à alguns amigos, lancei à pouco tempo uma apostila intitulada “100 Viradas de bateria para iniciantes” onde eu procurei entender aquilo que os bateristas modernos querem, e aquilo que eles tem mais curiosidade de aprender e conhecer dentro do recurso de viradas, tenho uma agenda de Workshops já fechada até o fim do ano e também estou num trabalho com a Banda Santi, aqui de Curitiba. Sou apoiado pela Dacapo Capas protetoras de pratos e Beat Pads praticáveis, já aproveito pra agradecer aqui ao Anderson Lima (Dacapo) e ao Rafael Lima ( Beat Pads) que estão fechados comigo.

4)      Quais são os seus planos para o futuro?
Primeiramente adorar a Deus independente da minha “posição” dentro da música com o passar dos anos, antes de tudo sou um adorador, Deus apenas me emprestou um dom e eu devo tudo a Ele, portanto quero retribuir sempre da melhor forma. Mas falando em questão de carreira, pretendo continuar estudando e ajudando o máximo possível de ministérios e bandas dentro do gospel, dar sequencia no desenvolvimento da minha linha de baquetas signature com a Baquetas Controlle, o que vai ser uma honra pra mim ter uma linha de baquetas com a minha assinatura. Terminar de realizar os projetos instrumentais nos quais estou envolvido e lançar mais algumas apostilas de estudo, isso à curto prazo, porém, quero ampliar a minha grade de aulas, dar sequencia na construção do meu estúdio, enfim, tenho muito o que estudar, muito o que aprender, muito o que viver dentro da música ainda!.


Valeu galera do Clube da Batera, espero que gostem da entrevista, um abraço, Gustavo Oliveira.


Clube Da Batera | Mundo Drumer  
Lucas André 

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